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Feira de Negócios do Setor Infantil
  • 06, 07 de Abril de 2027
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  • outubro 21, 2026
  • Varejo & Canais de Venda

Onde vender produtos infantis? Conheça canais além das lojas especializadas

Resumo rápido: Produtos infantis podem chegar a diferentes canais além das lojas especializadas, como supermercados, farmácias, marketplaces, lojas de departamento e atacarejos. Em 2027, a Fit Pueri Expo acontece junto com a Anuga Select Brazil e aproxima marcas e compradores de diferentes setores que podem se encontrar por lá para fazer novos negócios.

Índice

  1. Supermercados também podem ser uma vitrine para o mercado infantil 
  2. Farmácias ampliaram a presença de produtos para bebês e crianças 
  3. Marketplaces ajudam a levar a marca para novos consumidores 
  4. Outros formatos de varejo também podem abrir novas portas 
  5. Encontrar novos canais significa encontrar as pessoas certas 
  6. Perguntas frequentes

Tem mais lugares para vender produtos infantis

Quando a ideia é vender mais produtos infantis, é comum olhar primeiro para as lojas especializadas. Elas continuam sendo um canal importante, mas estão longe de ser o único caminho para chegar às famílias.

Supermercados, farmácias e marketplaces já trabalham com diversas categorias voltadas a bebês e crianças. Lojas de departamento, atacarejos e e-commerces multimarcas também podem entrar nessa lista, dependendo do tipo de produto, da faixa de preço e do público que a marca pretende alcançar.

Ao longo deste artigo, você vai conhecer cinco caminhos para ampliar os pontos de venda e algumas estratégias para escolher o mix mais adequado para cada um deles.

  1. Supermercados também podem ser uma vitrine para o mercado infantil

Quem trabalha com puericultura leve pode encontrar boas possibilidades no supermercado. Mordedores, colheres e alimentadores de silicone, pratinhos, copos infantis e kits de banho são alguns exemplos de produtos que combinam com a rotina de compras das famílias. A seção de higiene e perfumaria, onde parte desses itens pode aparecer, respondeu por 5,7% do faturamento dos supermercados analisados pelo Ranking ABRAS 2024, com dados referentes a 2023.

O varejo alimentar brasileiro recebe cerca de 30 milhões de consumidores por dia, de acordo com a ABRAS. Estar presente nesse tipo de comércio coloca a marca no caminho de famílias que já passam por ali com frequência para fazer suas compras.

Agora, a posição desses itens dentro da loja também merece atenção. É aí que entra o cross-merchandising, prática que aproxima produtos complementares para facilitar a compra e aumentar a visibilidade de itens relacionados ao que o cliente já está procurando.

Um alimentador de silicone pode ficar próximo à seção de frutas e legumes, fazendo uma associação direta com a introdução alimentar. Colheres de silicone combinam com a área das papinhas prontas, kits de banho podem aparecer junto aos produtos de higiene infantil, mordedores perto dos brinquedos e copos infantis próximos às gôndolas de leites e sucos.

Essas combinações colocam o produto perto de uma necessidade que já levou a família até aquela seção. Essa ideia também pode fazer parte da apresentação comercial ao supermercado, e, em vez de oferecer apenas um novo item para a prateleira, é possível mostrar como ele conversa com categorias que o estabelecimento já vende e sugerir uma forma de exposição.

  1. Farmácias ampliaram a presença de produtos para bebês e crianças

A categoria infantil já tem participação relevante no varejo farmacêutico. Dados da Euromonitor divulgados pelo Sincofarma SP apontaram R$ 7,6 bilhões em vendas de baby care no canal farma em 2022. Desse total, R$ 3,6 bilhões vieram de fraldas, R$ 2,3 bilhões de nutrição e R$ 1,6 bilhão de produtos de toucador infantil.

Outro levantamento, realizado pelo Farmácias APP, indicou que os produtos infantis representavam 10% da receita total dos itens de farmácia analisados. Entre as vendas da categoria, alimentação respondia por 52,2% e higiene por 39,3%.

E o que dá para vender nesse canal? A lista passa principalmente por produtos ligados à alimentação, higiene e cuidados diários de bebês e crianças, como:

  • fraldas e lenços umedecidos;
  • shampoos, condicionadores e sabonetes infantis;
  • produtos para higiene e cuidados com o bebê;
  • papinhas e alimentos infantis;
  • mamadeiras, bicos e chupetas;
  • vitaminas e suplementos infantis, respeitando as regras aplicáveis a cada categoria.

A recorrência dessas compras é um dos atrativos do canal. Fraldas, lenços e produtos de higiene acabam e precisam ser comprados novamente, o que mantém as famílias voltando à categoria e pode gerar novas vendas para as marcas presentes nas prateleiras.

  1. Marketplaces ajudam a levar a marca para novos consumidores

No comércio online, uma pequena marca pode vender para alguém que está em outra cidade ou até em outro estado. Esse alcance ajuda a explicar a relevância dos marketplaces para o setor infantil, principalmente em categorias que costumam envolver pesquisa e comparação antes da compra.

Carrinhos de bebê, móveis infantis, brinquedos maiores, roupas e kits são alguns exemplos. O ambiente digital permite trabalhar um catálogo mais amplo, detalhar medidas e características, apresentar diferentes modelos e chegar a regiões onde a marca ainda não tem revendedores.

Segundo dados da Nuvemshop, as vendas de produtos infantis pela internet cresceram 44% em 2024, com mais de 185 mil itens vendidos a mais em comparação com o ano anterior. Brinquedos e moda infantil também estão entre as dez categorias mais vendidas no varejo digital, de acordo com dados da ABComm citados pela publicação.

Dados do mercado infantil no digital

Indicador Dado
Vendas online de produtos infantis Crescimento de 44% em 2024
Volume de produtos Mais de 185 mil itens adicionais vendidos em relação ao ano anterior
Categorias em destaque Brinquedos e moda infantil estão entre as 10 categorias mais vendidas no varejo digital
E-commerce brasileiro O varejo online movimentou R$ 351,4 bilhões em 2024

Fonte: E-Commerce Brasil, com dados da Nuvemshop, ABComm e NielsenIQ Ebit.

Outro ponto que pesa a favor dos marketplaces é a logística. Para pequenos lojistas, organizar envios para outras cidades ou estados pode ser uma dificuldade, principalmente no começo. Muitas plataformas já oferecem soluções integradas de frete e entrega, o que simplifica essa etapa e permite vender para outras regiões sem precisar montar uma estrutura própria de distribuição.

A venda também passa pela forma como cada item é apresentado. Fotos, descrição, prazo de entrega, preço, avaliações e disponibilidade do estoque ajudam o consumidor a escolher entre produtos semelhantes. Uma pequena empresa pode começar pelos itens de maior saída, acompanhar o desempenho e ampliar o catálogo aos poucos.

  1. Outros formatos de varejo também podem abrir novas portas

Se 61% da comercialização de moda infantil e bebê acontece no varejo especializado, outros 39% estão distribuídos entre diferentes canais, de acordo com dados do IEMI publicados em 2026. É uma fatia importante para quem quer vender além das lojas infantis tradicionais e pode incluir atacarejos, lojas de departamento, grandes redes e outros formatos de varejo.

No atacarejo, preço e quantidade têm um peso maior. Kits, embalagens com mais unidades e produtos de reposição frequente podem fazer mais sentido nesse formato. Fraldas, lenços, itens de higiene, meias e peças básicas são exemplos de categorias que permitem trabalhar volume e economia na compra.

As lojas de departamento comportam um mix diferente. Roupas, calçados, acessórios, brinquedos e itens de puericultura podem dividir espaço dentro de uma mesma operação. Para entrar nesse tipo de varejo, vale olhar para coleção, faixa de preço, apresentação e capacidade de fornecer a quantidade negociada com a rede.

Já nos e-commerces multimarcas, a relação é diferente dos marketplaces. Aqui, a marca pode entrar como fornecedora de uma loja virtual que já trabalha com uma seleção de produtos infantis. É mais um caminho para chegar a novos consumidores sem depender de um ponto de venda físico, especialmente para moda, acessórios, decoração e outras categorias que combinam com o perfil daquele varejista.

Até a forma de vender pode mudar. Um produto oferecido individualmente em uma loja especializada pode chegar ao atacarejo em kit, ter outras opções no e-commerce ou entrar em uma seleção menor para uma loja de departamento. Por isso, adaptar o mix de produtos ao perfil de cada canal faz diferença na hora de vender. Clique aqui

  1. Encontrar novos canais significa encontrar as pessoas certas

Depois de mapear para onde a sua marca pode ir, vem a parte que costuma dar mais trabalho: chegar até quem realmente decide o que entra nas prateleiras, nos e-commerces e nos estoques.

Nem sempre é simples descobrir quem é o comprador de uma grande rede, agendar uma reunião ou apresentar seus produtos para empresas fora da sua região. Construir essa ponte exige bastante tempo e acesso às pessoas certas.

A Fit Pueri Expo entra como facilitadora ao conectar esses dois lados do mercado infantil. Na edição de 2026, o evento reuniu mais de 7 mil visitantes de 27 países e 220 marcas expositoras. A Rodada de Negócios teve a participação de 54 grandes compradores e uma expectativa de movimentar R$ 25 milhões.

Para 2027, essa oportunidade de criar conexões ganha um tempero maior. A Fit Pueri Expo e a Anuga Select Brazil vão acontecer juntas, de 6 a 8 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

A Anuga Select Brazil é um ponto de encontro importante para o varejo de alimentos e bebidas, reunindo profissionais de supermercados, distribuidores e atacadistas. Em 2026, ela recebeu mais de 14 mil visitantes e 550 marcas, além de compradores do Brasil e do exterior.

Se você pensa em colocar seus produtos em supermercados, essa junção é uma grande vantagem. Se a sua empresa fabrica itens de alimentação infantil, utensílios ou outros produtos que combinam com o varejo alimentar, você estará no mesmo espaço que os decisores desse setor. Na Fit Pueri Expo, esse encontro simultâneo vai facilitar o contato com compradores de diversos segmentos.

Os canais tradicionais continuam firmes em todo o pavilhão. Lojistas do setor infantil, redes e distribuidores visitam a feira focados em renovar o portfólio. Em 2026, até uma rede de drogaria participou da Rodada de Negócios para buscar novidades em puericultura para as lojas físicas e virtuais.

Se o seu objetivo para o próximo ano é apresentar sua marca a novos compradores, expandir sua distribuição e entender até onde seus produtos podem chegar, estar na Fit Pueri Expo reúne todas essas conversas no mesmo lugar, em apenas três dias.

Quer apresentar seus produtos para quem está em busca de novidades no mercado infantil? Garanta o seu espaço na Fit Pueri Expo 2027.

Perguntas frequentes

  1. Onde posso vender produtos infantis além das lojas especializadas?

Supermercados, farmácias, marketplaces, atacarejos, lojas de departamento e e-commerces multimarcas são alguns dos canais que podem trabalhar com produtos infantis. A escolha depende da categoria, do preço, do público e do perfil de compra de cada varejista.

  1. Quais produtos infantis podem ser vendidos em supermercados?

Itens de puericultura leve, como mordedores, colheres e alimentadores de silicone, pratinhos, copos infantis e kits de banho, são alguns exemplos. A exposição próxima a categorias relacionadas também pode ajudar a aumentar a visibilidade desses produtos. 

  1. Como escolher o melhor canal para vender produtos infantis?

É importante considerar o tipo de produto, faixa de preço, quantidade, frequência de compra e perfil do consumidor. No atacarejo, kits e produtos de reposição frequente podem funcionar melhor, enquanto lojas de departamento e e-commerces multimarcas permitem trabalhar outros tipos de mix. 

  1. Como encontrar compradores para produtos infantis?

Feiras B2B são uma forma de apresentar produtos diretamente a lojistas, redes, distribuidores e outros compradores. A Fit Pueri Expo reúne diferentes profissionais do mercado infantil e, em 2027, acontece simultaneamente à Anuga Select Brazil, ampliando o contato com profissionais de outros segmentos do varejo.

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